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Caminhada – Pelos Palácios de Lisboa Ocidental I

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12/11/2016 @ 09:30 - 13:00

Dettagli

Data:
12/11/2016
Ora:
09:30 - 13:00

Organizzatore

Oh Lisboa

Dia 12 de Novembro (sábado)
Hora de concentração: 09:30H
Hora de início : 09:45H
LOCAL DE ENCONTRO: junto à Assembleia da República (Palácio de S.Bento)
(GPS 38°42’43.2″N 9°09’15.0″W)

PREÇO: 7 euros por pessoa, a pagar ao guia na altura do passeio
(As crianças com idades inferiores a doze anos não pagam)

Inscrições:
– Preencher formulário em “Procurar Bilhetes”
OU
– enviar mail para [email protected]

indicando:
-Nome completo
-Data nascimento
-Nº de CC/BI

Distância: 7 km / Duração : 3,5 Horas / Grau de dificuldade: Médio
Equipamento Sugerido: Calçado confortável para caminhar; Mochila; Água

O nosso guia
André Leitão, licenciado e mestre em História, interessa-se sobretudo pela Idade Média, tendo focado os seus estudos na História da cultura e das universidades, bem como na História da cidade que o viu nascer em 1985.

CONTACTOS
[email protected]
http://www.facebook.com/ohlisboablog
960 452 371 / 937 707 314
Bairros e Colinas Lda, RNAAT Nº 594/2015

DESCRIÇÃO
Pelos palácios de Lisboa Ocidental I:
De São Bento ao Chiado, passando pela Bica e Santa Catarina

Este percurso pelos Palácios de Lisboa Ocidentalleva-nos à primeira zona de expansão e consolidação da cidade, a ocidente do que é hoje a Baixa, envolvendo o espaço exterior da velha «muralha fernandina», e cuja crescente urbanização viria a conduzir à criação de várias paróquias ao longo dos séculos XVI e XVII, destacadas da extensíssima freguesia dos Mártires (que abrangia todo o vasto espaço a poente da cidade): as Chagas de Cristo, em 1547; o Loreto (hoje Encarnação), em 1551; São Paulo, em 1566; Santa Catarina, em 1599; e as Mercês, em 1632.

Começando na Rua de São Bento, onde se ergue o palácio homónimo, um dos símbolos máximos do Estado português (mas que já serviu propósitos tão diversificados como casa de monges beneditinos, sede da Patriarcal, do Arquivo da Torre do Tombo ou das várias assembleias parlamentares do país, desde as Cortes à Assembleia da República), percorreremos a parte mais meridional daquelas antigas freguesias – presentemente repartidas entre as de Santa Maria Maior e da Misericórdia – até chegarmos à Praça do Município, onde se erguem os Paços do Concelho com o seu pelourinho, símbolo do poder municipal. Pelo caminho, encontraremos diversos palácios – desde as velhas residências senhoriais dos séculos XVI e XVII (como os Palácios Almada-Carvalhais, do Conde-Barão de Alvito, dos Condes das Alcáçovas, dos Condes de Mendia, dos Condes de Mesquitela, das Chagas, da Flor da Murta, ou da Valada-Azambuja), os palácios reconstruídos após o terramoto, no final do século XVIII e, finalmente, os palacetes do século XIX, onde se vieram a instalar as famílias da nova aristocracia oitocentista.

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